Abertas inscrições para 54 mil vagas
Docentes sem formação superior ou licenciatura já podem se candidatar a cursos
em universidades federais e estaduais
Brasília – O Ministério da Educação (MEC) abriu
ontem inscrições para as primeiras 54 mil vagas gratuitas de licenciatura
destinadas a professores da rede pública de educação básica. Por meio de um
sistema na internet, docentes sem formação superior ou graduados sem
licenciatura podem se candidatar a cursos em universidades federais e estaduais
sem custo e sem passar por vestibular. Os professores de São Paulo, no entanto,
não poderão, pelo menos por enquanto, ter acesso: o estado é um dos únicos
quatro que não entraram no sistema e aquele que está com a negociação mais
atrasada com o MEC.
O sistema, batizado de Plataforma
Paulo Freire, em homenagem ao educador de mesmo nome, permitirá que o professor
sem formação adequada para dar aulas se inscreva, pela internet, em até três
cursos e instituições diferentes em seu estado. Depois da inscrição feita, a
secretaria municipal e a estadual de educação terão que validar a candidatura do
professor. “Esperamos que a inscrição ocorra a partir de um planejamento feito
pelas secretarias de acordo com o plano local de desenvolvimento da educação.
Daí a necessidade de a secretaria aprovar a escolha do professor”, explicou o
ministro da Educação, Fernando Haddad. Até
2011, o Plano Nacional de Formação de Brasília – O Ministério da Educação (MEC)
abriu ontem inscrições para as primeiras 54 mil vagas gratuitas de licenciatura
destinadas a professores da rede pública de educação básica. Por meio de um
sistema na internet, docentes sem formação superior ou graduados sem
licenciatura podem se candidatar a cursos em universidades federais e estaduais
sem custo e sem passar por vestibular. Os professores de São Paulo, no entanto,
não poderão, pelo menos por enquanto, ter acesso: o estado é um dos únicos
quatro que não entraram no sistema e aquele que está com a negociação mais
atrasada com o MEC.
O sistema, batizado de Plataforma
Paulo Freire, em homenagem ao educador de mesmo nome, permitirá que o professor
sem formação adequada para dar aulas se inscreva, pela internet, em até três
cursos e instituições diferentes em seu estado. Depois da inscrição feita, a
secretaria municipal e a estadual de educação terão que validar a candidatura do
professor. “Esperamos que a inscrição ocorra a partir de um planejamento feito
pelas secretarias de acordo com o plano local de desenvolvimento da educação.
Daí a necessidade de a secretaria aprovar a escolha do professor”, explicou o
ministro da Educação, Fernando Haddad. Até
2011, o Plano Nacional de Formação de Os 21
estados restantes já vão
oferecer as vagas a partir do próximo semestre. A responsabilidade pela formação
será de uma rede de instituições públicas que inclui universidades federais e
estaduais e institutos federais de educação tecnológica.
Mudança no ensino médio - O
Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou, por unanimidade, a mudança na
estrutura do ensino médio. As novas diretrizes preveem uma ampliação da carga
horária das atuais 2.400 horas para 3 mil horas por ano, um currículo organizado
em torno de quatro eixos (trabalho, ciência, tecnologia e cultura) e com 20% de
horas-aula dedicadas a disciplinas livres, que podem ir desde aulas extras de
matemática ou português até teatro, música, artes ou esportes. As mudanças, no
entanto, não valem imediatamente para todos. No início, cerca de 100 escolas em
todo o país deverão ser beneficiadas com novos projetos e recursos para
implementá-los. “O MEC deverá abrir, ainda no segundo semestre deste ano, um
edital para novos projetos dentro dessa proposta de ensino médio inovador. Já
temos no orçamento entre R$ 50 milhões e R$ 100 milhões para ajudar os estados
nessa mudança”, disse Haddad. O MEC não tem o poder de definir a estrutura do
ensino médio, uma atribuição dos estados.
Fonte Estado de Minas