35 mil docentes foram reprovados no ano passado

No ano passado, quando a prova dos temporários foi realizada e depois teve seus resultados anulados após contestação na Justiça, cerca de 35 mil professores tiveram desempenho que o impediriam de ir para a sala de aula em 2009, segundo a Secretaria Estadual da Educação. Desse grupo, 1.500 foram lecionar mesmo zerando na avaliação. Os números, que abriram grande polêmica na Secretaria Estadual da Educação, poderiam dar uma ideia da quantidade de docentes que podem assumir as funções de “professor mediador escolar e comunitário”. Mas hoje são relativizados pela pasta estadual. “Não depende não só do número de professores (reprovados). A gente vai analisar resultados do Saresp (avaliação externa dos alunos da rede estadual) e do Índice Paulista de Vulnerabilidade Social. Isso é que vai definir em quais escolas o programa vai estar', afirma Fernando Padula, chefe de gabinete da Secretaria Estadual da Educação. 

Atualmente, em razão das mudanças recentes na legislação, há várias categorias de temporários. A maior delas é a que tem direito à jornada básica de 12 horas semanais em caso de reprovação na prova dos temporários. O grupo é chamado de 'categoria F' e formado por cerca de 88 mil docentes não concursados que foram estabilizados porque já lecionavam quando passou a valer a lei estadual 1010, de junho de 2007, que criou a São Paulo Previdência (SPPrev), voltada aos servidores estaduais. DESEMPENHO - 1,5 mil - PROFESSORES - zeraram a avaliação do ano passado; mesmo assim, foram lecionar, pois os resultados foram anulados pela Justiça.

Fonte Jornal da Tarde